Freelancer: um estilo de vida cada vez mais comum no Brasil

 Em Empreendedorismo

Pesquisa mostra muitas pessoas optando por essas modalidades como renda principal, em busca de qualidade de vida e da administração de seus próprios horários

Uma pesquisa realizada pela Workana – plataforma que integra empresas em busca de profissionais para a realização de projetos como autônomos – mostrou que 52,6% têm sua principal renda com este formato de trabalho. Os dados foram obtidos a partir da realização de 2 mil entrevistas. Já há um perfil de profissionais que não está interessado em uma vaga nos moldes tradicionais: das 8 às 18 horas, com salário fixo, mas que preferem trabalhar sob demanda.

Há tendência de crescimento para os freelancers, visto que o estudo também ouviu empresas que contratam esses profissionais. Quase a totalidade das companhias (97,6%) afirmou que vai aumentar a admissão de freelancers, especialmente em casos específicos no qual há necessidade de um colaborador externo (42,5%) e para realizar projetos pontuais (21,7%). Ou seja, esse tipo de trabalho está se disseminando cada vez mais, inclusive entre os próprios empresários.

As contratações de freelancers estão ocorrendo em quase todas as áreas, mas três delas se destacam: Design e Multimídia (22,9%), Produção de Conteúdo e Tradução (22,9%) e TI e Programação (19,3%). Em geral, o perfil de freelancers está na faixa entre 20 e 40 anos. De acordo com o estudo, mais de 65% dos freelancers estão neste grupo etário – 35,6% de 21 aos 30 e 29,5% dos 31 aos 40 anos.

Liberdade e novo perfil

Quase seis em cada dez autônomos consultados pelo estudo (56%) afirmaram que gostam de gerenciar os seus próprios horários. No entanto, outros motivos fazem com que optem por esse modelo de trabalho: não se limitar a um salário fixo (11,7%), escolher os projetos em que vai participar (9,5%) e poder trabalhar de qualquer lugar (7,7%).

Além disso, a maioria deles opta por realizar o home office, entendendo que os deslocamentos diários contínuos nas cidades grandes afetam diretamente a qualidade de vida. A vida, no entanto, não é feita apenas de flores. Uma das principais reclamações e descontentamentos é a descontinuidade do trabalho sem muitas explicações – o que ocorre com frequência na modalidade remota.

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